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Nossa História História de os Sistemas de Diagnósticos
VOL.1  O que são Testes Clínicos?
VOL.2  Analisadores Químicos
VOL.3  Analisadores por Eletroforese
VOL.4  Analisadores de Imunoensaio Enzimático
VOL.5  Sistemas de Testes de Transfusão de Sanguea
VOL.6  Reagentes Químicos
VOL.7  Sistemas Periféricos
  Marcos dos Sistemas de Diagnóstico
VOL.1 O que são Testes Clínicos?
Histórico e Categorias
Os testes clínicos fornecem informações objetivas sobre o estado de saúde de uma pessoa e as causas ou o progresso de uma doença. Os exemplos incluem exames de sangue, de urina, eletrocardiogramas e medições da pressão sangüínea realizados durante exames médicos. Esses testes começaram no tempo de Hipócrates, quase 2.400 anos atrás, quando os médicos tinham de observar a cor e o odor da urina dos pacientes.

No século 20, os avanços da patologia aumentaram ainda mais nossa compreensão sobre a relação entre os sintomas apresentados por um paciente e as causas e o progresso de uma doença. Nesse período, os avanços da tecnologia de medição nos tornaram capazes de detectar substâncias indicadoras e substâncias raras, enquanto novas tecnologias ópticas nos permitiram fazer observações detalhadas dentro do corpo do paciente.

Toma de Muestra de Sangre
Os sistemas de testes clínicos também evoluíram. Avanços da mecatrônica e da tecnologia de computadores levaram ao desenvolvimento de sistemas capazes de processar maiores volumes de testes com muito mais rapidez. Esses sistemas estão dando uma contribuição vital à medicina em todo o mundo. Também significativo é o surgimento de produtos comerciais, como equipamentos e kits de teste que permitem às pessoas realizar exames médicos simples em suas próprias casas. Esses produtos estão contribuindo muito para o controle da saúde e a detecção precoce de doenças.

Os testes clínicos podem ser de modo geral divididos em duas categorias. Em primeiro lugar, há testes que obtêm informações diretamente do corpo, como eletrocardiogramas, medições da pressão sangüínea, exames endoscópicos e eletroencefalogramas. Esses testes são conhecidos como “diagnósticos in vivo”. Depois, há testes que obtêm informações de espécimes obtidos do corpo, como sangue, urina, fezes e fluido cerebroespinhal. Esses são conhecidos como “diagnósticos in vitro (IVD)”. Como descrito a seguir, a Olympus tem contribuído bastante no campo de teste de espécimes.
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A Olympus e os Sistemas de IVD
A Olympus está envolvida no desenvolvimento de sistemas de teste de espécimes desde que os primeiros sistemas modernos começaram a surgir. Usamos tecnologia óptica e outros avanços tecnológicos para desenvolver uma ampla variedade de sistemas de teste. Hoje, a Olympus fornece os seguintes tipos de sistemas de IVD e de informação / automação de laboratório.
1.  Analisadores Químicos
Os analisadores químicos são usados para medir concentrações de substâncias específicas por meio da análise de alterações na cor e outros fenômenos que ocorrem quando são adicionados reagentes a amostras de sangue, urina ou outros materiais (entre as funções, podemos citar medição da força dos eletrólitos.) Esses sistemas são usados para diagnosticar várias doenças, entre elas condições do fígado, como hepatite, cirrose hepática e fígado gorduroso, além de gota e pedras nos rins.
VOL.2  Analisadores Químicos
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2.  Analisadores por Eletroforese (Sistemas de Fracionamento de Proteína)
O sangue contém vários tipos de proteína. Quando se pinga soro do sangue sobre um papel-filtro úmido ou material similar e aplica-se uma voltagem, alguns tipos de proteínas migram para o lado positivo, outros para o negativo, enquanto outros simplesmente não migram. Os analisadores por eletroforese analisam a distribuição das proteínas e medem o percentual de substâncias protéicas no sangue. Essas informações são usadas no diagnóstico de nefrose, infecções, tumores malignos e várias outras condições.
VOL.3  Analisadores por Electroforese
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3.  Analisadores de Imunoensaio Enzimático
Como os analisadores químicos funcionam à base de reações químicas, seu desempenho é às vezes afetado por substâncias que interferem nessas reações. Os analisadores de imunoensaio enzimático usam um relacionamento fechado entre os antígenos e os anticorpos para medir as concentrações de substâncias específicas no soro sangüíneo com maior precisão. Esses sistemas são utilizados, entre outras coisas, na detecção de tumores e infecções virais, como as por HIV, e em testes com os hormônios de estimulação da tireóide e os da fertilidade.
VOL.4  Analisadores de Imunoensaio Enzimático
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4.  Sistemas de Testes de Transfusão de Sangue
Os sistemas de teste de transfusão de sangue usam o relacionamento antígeno-anticorpo para detectar a presença de substâncias específicas no sangue. Os testes são realizados com o uso do método de aglutinação, que mede a forma como o sangue se aglutina quando misturado com reagentes em pequenos tubos de ensaio. Esses sistemas são usados principalmente em exames de sangue e incluem tipo sangüíneo e detecção de doenças infecciosas, como sífilis.
VOL.5  Sistemas de Testes de Transfusão de Sangue
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5.  Reagentes Químicos
São os reagentes usados nos analisadores químicos.
VOL.6  Reagentes Químicos
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6.  Sistemas Periféricos
Os Sistemas Periféricos são utilizados para aumentar a velocidade e a confiabilidade do teste clínico. Sistemas de pré-processamento: realizam várias funções de acordo com as especificações dos testes, incluindo classificação de espécimes e divisão dos espécimes em vários tubos secundários.
Sistemas de pós-processamento: realizam tarefas após o término do teste, como recolhimento dos espécimes usados e sua preparação para armazenamento.
Sistemas de processamento de dados: informam aos técnicos de análise quais testes devem ser realizados e reúnem os dados dos testes em relatórios.
VOL.7  Sistemas Periféricos
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