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Nossa História História de os Sistemas de Diagnósticos
VOL.1  O que são Testes Clínicos?
VOL.2  Analisadores Químicos
VOL.3  Analisadores por Eletroforese
VOL.4  Analizadores de Inmunoenzimas
VOL.5  Sistemas Para Pruebas de Transfusión Sanguínea
VOL.6  Reagentes Químicos
VOL.7  Sistemas Periféricos
  Marcos dos Sistemas de Diagnósticos
VOL.2 Analisadores Químicos
Os avanços da patologia têm destacado a importância do teste de IVD. Embora tenha havido grandes avanços em métodos de teste, reagentes e equipamentos, o fator humano pode causar muitos problemas a esses sistema, incluindo falta de pessoal especializado e inconsistência de dados resultantes de diferentes níveis de habilidade.

A Olympus começou a desenvolver analisadores químicos depois que médicos de laboratório demonstraram interesse por sistemas fabricados no Japão. Desde então, temos produzido uma ampla variedade de analisadores químicos para atender à demanda por sistemas mais rápidos com capacidade de processamento cada vez maior. Continuaremos a desenvolver novos sistemas para atender a outras exigências dos usuários, aliando melhor desempenho ambiental e econômico com simplicidade.
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Sistemas de Alto Volume
ACA-III ACA-III ACA-201 ACA-201 AU5000 AU5000 U5400 AU5400
Sistemas de Volume Médio
UCA UCA AU500 AU500 U400 AU400    
ACA-III
Com seu exclusivo tubo de ensaio em forma de U, o ACA-III foi aperfeiçoado em 1969 e lançado em 1971 como o primeiro analisador químico automatizado fabricado no Japão. Realizou testes automaticamente usando os mesmos métodos dos operadores humanos. Naquela época, os testes eram realizados em condições extremamente difíceis, impensáveis nos dias de hoje, entre elas temperatura de 80ºC e reagentes contendo ácido sulfúrico concentrado. A capacidade de processamento era limitada, e o sistema só conseguia trabalhar com quatro itens e processar espécimes de 60 pacientes por hora. Entretanto, os médicos ficaram impressionados com a capacidade do ACA-III de automatizar todo o processo de teste. Os tubos de ensaio em forma de U foram uma grande invenção fabricada por um artesão em vidros do distrito de Asakusa, em Tóquio.
ACA-III
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ACA-201
Na segunda metade da década de 1960, os bancos de sangue do Japão pararam de comprar sangue e começaram a obtê-lo de doadores voluntários, que estavam longe de ser considerados uma fonte segura. A Cruz Vermelha japonesa, que tinha a tarefa de testar grandes volumes de sangue doado, ficou impressionada com o sucesso do ACA-III e pediu à Olympus que desenvolvesse um analisador químico capaz de realizar testes em grandes volumes com alta rapidez. Em 1974, a Olympus lançou o analisador químico ACA-201, baseado no conceito arrojado de unir vários módulos de análise, incluindo aliquotagem, agitação, incubação, medição e função de lavagem, além da mudança dos tubos de espécimes de um módulo para outro. Esse produto se tornou a base de todos os nossos projetos de analisadores automáticos de alta velocidade e alta capacidade.
ACA-201
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AU5000
No método de ensaio por taxa, a taxa de reação é medida no início da reação entre o espécime e um reagente. O AU5000 foi um produto revolucionário que trouxe alta velocidade e proporcionou testes de alta produtividade a um processo de medição que anteriormente era longo demais. Em vez de tubo de ensaio em forma de U, o AU500 iniciou reações químicas em recipientes retangulares (cubetas) que eram diretamente expostos à luz para medição da densidade óptica.
AU5000
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AU5400
Esse analisador químico em larga escala está atualmente em produção. Para maior praticidade e desempenho de custo, utiliza os mesmos reagentes e interface do usuário dos analisadores químicos de médio porte, como o AU400 e o AU640.
AU5400
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UCA
O UCA foi o primeiro produto a permitir medição automatizada com o uso do método de ensaio por taxa, que exigiu o desenvolvimento de muitas novas tecnologias, entre elas fotometria direta. Em vez de transferir o espécime do recipiente de ensaio para o de medição, tanto a reação quanto a medição são realizadas no recipiente de ensaio. Um outro avanço foi o método de banho a seco, no qual o espécime é mantido a uma temperatura constante fazendo o tubo de teste entrar em contato com o metal mantido à mesma temperatura. Esse método trouxe importantes benefícios em termos de medição e manutenção em comparação com os sistemas anteriores em que o tubo de teste era imerso em um fluido de equalização da temperatura.

Infelizmente, o UCA não foi um sucesso comercial devido à falta de recursos necessários para atingir o nível de perfeição exigido. Entretanto, as tecnologias desenvolvidas para o UCA foram posteriormente empregadas na Série AU.
UCA
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AU500
O AU500 foi o primeiro analisador com recursos de acesso aleatório a permitir que vários itens de teste exigidos para cada espécime fossem medidos em uma única linha de reação. Isso significa que vários tipos de testes podiam ser realizados no mesmo local apenas com a troca dos reagentes, dos comprimentos de onda ou de outros parâmetros. Com base na tecnologia desenvolvida para o UCA, o AU500 oferecia recursos técnicos exclusivos, entre eles cubetas de reação de plástico descartável e a capacidade de diluir reagentes concentrados e distribuí-los nos recipientes de reação. Tornou-se a base dos analisadores químicos que vieram a seguir.

A Olympus em seguida descobriu que muitos usuários consideravam as cubetas de reação descartáveis muito caras para serem descartadas e que os recipientes eram quase sempre lavados e reutilizados várias vezes.
AU500
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AU400
Esse analisador de acesso aleatório continua muito popular, com mais de 3.000 unidades em uso atualmente ao redor do mundo. O AU400 usa os mesmos reagentes e interface do usuário dos sistemas maiores, como o AU5400.
AU400
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